Porque surgem as dores de cabeça e como preveni-las?

A dor de cabeça é um incômodo na vida de muitas pessoas. Para se ter uma ideia, 85% da
população mundial sofre ou já sofreu com o problema. Algumas pessoas tem dores de cabeça
leves, outras já tem dores de cabeça que podem levar até ao desmaio. O importante é cuidar
para que o problema não se agrave e também para evitar esse incômodo.

Segundo alguns médicos renomados, há mais de 150 tipos de dor de cabeça, tendo causas e consequências diferentes.
Conheça algumas causas da dor de cabeça e saiba como tratá-las e preveni-las.

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1 – Dor de dente: A dor de dente pode aparecer por causas diversas, o siso que está
nascendo, uma cárie, uma pancada ou outros problemas. A dor de dente muitas vezes também
causa dores de cabeça. Por isso é importante prevenir a dor de dente, cuidando da saúde
bucal, indo sempre ao dentista fazer exames para ver se está tudo certo, escovar os dentes
corretamente e usar anti-séptico, evitando também o consumo exagerado de doces e refrigerantes. Uma boa receita caseira para aliviar essa dor é o gargarejo com água e sal.
2 – Estresse: O estresse é causado por uma mudança negativa brusca na vida da pessoa, que
causa também uma mudança radical no seu humor. O estresse pode ser causado por desprezo
amoroso, mágoa, tristeza, trabalho muito pesado, muitas horas de estudo, alcoolismo e
insônia. Tudo isso reflete diretamente na saúde do afetado, causando também dores de cabeça. Para evitar isso, tenha boas noites de sono, procure resolver seus problemas calmamente sem se estressar e se isso se repetir muitas vezes, procure acompanhamento psicológico.
3 – Sinusite: A sinusite é uma inflamação nas vias respiratórias e pode ser infecciosa, alérgica ou traumática. Um dos seus sintomas é a dor de cabeça muito forte, que causa dor até para mexer os olhos. A sinusite deve ser tratada com um médico otorrinolaringologista ou um alergista. Quando o paciente melhora da sinusite, melhora também as suas dores de cabeça.

4 – Enxaqueca: A enxaqueca é um problema de saúde formado por dores muito fortes na cabeça, e afeta principalmente as mulheres, de todas as idades. O paciente com enxaqueca toma remédios para aliviar a dor, mas que em excesso podem causar problemas cardíacos.

5 – Problemas na visão: As vezes podemos estar com problemas na visão ou precisando de trocar os óculos, mas nem sabemos. Um dos principais sintomas de problemas de visão é a dor de cabeça, caracterizada por uma dor que pesa sobre os olhos, principalmente no final do dia. É importante fazer exames de vista regularmente para evitar esse tipo de problema.

6 – Hipertensão: A dor de cabeça é um dos primeiros sintomas da hipertensão. Deve – se estar atento pois a hipertensão é um problema de saúde grave, que pode causar posteriormente, se não controlada, um derrame cerebral. A dor de cabeça causada pela hipertensão caracteriza-se por ser na nuca, com muitas pontadas.

7 – Meningite: A meningite é uma doença grave, ocasionada pela inflamação nas meninges – membranas que revestem o encéfalo e a medula espinhal. Ela pode ser causada por vírus ou bactérias. Um dos principais sintomas da meningite é a dor de cabeça muito forte, principalmente na nuca, onde o paciente não consegue sequer encostar o queixo no peito ou mexer o pescoço. Deve – se procurar um médico imediatamente caso isso aconteça, pois é uma doença que deixa sequelas e tem alto índice de mortalidade.

8 – Falta de alimentação: Ficar muito tempo sem comer causa tonturas e dor de cabeça. É recomendado que as pessoas façam refeições de 3 em 3 horas e tenham uma alimentação saudável.

Tudo sobre conjuntivite

Hoje em dia, todo o cuidado é pouco no que toca á prevenção de doenças contagiosas. Já é comum ligar a televisão para ver o noticiário e ouvir notícias de surtos de doenças contagiosas como por exemplo a gripe A ou a gripe das aves. Mesmo não sendo uma doença muito grave, a conjuntivite é muito contagiosa, podendo ser transmitida de diversas maneiras. Devido a esse fato, existem vários cuidados que se devem ter para prevenir que se alastre. De seguida estão informações sobre esta doença, como por exemplo as causas do seu aparecimento, como se tratar e também medidas de prevenção.

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O que é a conjuntivite?

A conjuntivite é uma doença que causa inflamação numa membrana transparente que cobre a parte interna das pálpebras. Ao acontecer isto, os vasos sanguíneos que se encontram na esclera (parte branca do olho), tornam-se maiores, consequentemente tornando os olhos vermelhos. Esta é uma doença que afeta não só os Humanos mas também os animais, onde os de maior incidência são os cães. Também a época do ano onde se verificam a maioria dos casos é durante o verão. Isto deve-se ao fato de que com o aumento da temperatura, vêm o suor e o tempo seco o que são as condições mais favoráveis para o aparecimento da doença.

Como se manifesta?

A conjuntivite manifesta-se entre 2 a 14 dias após o contágio e dura em média 15 dias. Tal como já foi dito a principal característica desta doença são os olhos vermelhos. Apesar disso a conjuntivite manifesta-se de outras maneiras, sendo que todas são sintomas muito comuns. Alem deste também se podem apresentar sintomas como lacrimejamento, visão embaciada e pálpebras inchadas. Em alguns casos mais graves também se verifica fotofobia, o que provoca dor ao olhar para a luz.

O que causa conjuntivite?

Esta doença possui três tipos, sendo que cada um deles é causado por diferentes razões. São eles o viral, a alérgica e a bacteriana.

A conjuntivite viral é a mais comum e na maior parte dos casos é causada devido ao Adenovírus. Esta também provoca sintomas como febre e sintomas de infeções respiratórias.

No caso da conjuntivite alérgica, a doença é causada quando os olhos entram em contacto com alguma substancia no ar que provoque irritação. Por exemplo areias, pólen e poeiras são as mais comuns.

A conjuntivite bacteriana é a menos comum dos três tipos desta doença. Ao contrário da viral, esta não é causada devido a um vírus mas sim a uma bactéria. Staphylococus aureus e Haemophilus influenzae são as que causam a maioria dos casos.
Tratamento

Ao experienciar algum destes sintomas deve consultar um oftalmologista o mais rapidamente possível. Mesmo que tenha feito o autodiagnostico da doença e saiba como a tratar é sempre recomendável procurar ajuda medica. Isto devido ao fato que existem várias doenças que podem causar os mesmos sintomas da conjuntivite e assim poderia estar a tratar uma doença que não tem, podendo piorar o seu estado.

Após consultar um oftalmologista, este vai receitar um leque de antibióticos, anti-inflamatórios ou antialérgicos dependendo do tipo de doença que possui. Alem disso, a conjuntivite pode ser combatida geralmente lavando os olhos todos os dias com soro fisiológico.

Medidas de prevenção

Existem vários hábitos que pode adotar no seu dia-a-dia de modo a prevenir o aparecimento desta doença. Algo que deve ter sempre em conta, é de lavar várias vezes ao dia as mãos e o rosto. Troque com frequência as toalhas da casa de banho e também a capa das almofadas. Evite também coçar os olhos e banhos intensivos de sol. Alem disso, evite frequentar lugares onde saiba que estiveram pessoas com essa doença, pois sendo esta muito contagiosa, você pode facilmente apanha-la dessa maneira. Algo que também ajuda na prevenção não só desta doença mas também de muitas outras é não partilhar os objetos pessoais. Objetos como esponjas, escova de dentes, maquilhagem, pentes, entre outros não devem ser partilhados visto que são possíveis transportadores de microrganismos que provocam certas doenças.

Diferença entre o inconsciente e o subconsciente

Sigmund Freud descreveu a mente humana de uma forma que até hoje é utilizada pelos psicólogos e psiquiatras. Suas definições de consciente, inconsciente e subconsciente são o foco de estudos de áreas como a psicanálise e é nestes conceitos que ela está centrada. O que ocorre é que muitas pessoas utilizam os termos criados por Freud inconsciente e subconsciente como sinônimos, mas esta não foi a definição criada por este autor.

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O inconsciente
Em poucas palavras podemos dizer que o inconsciente é onde estão armazenadas as informações que nos foram passadas mas que estão reprimidas e não é facilmente trazidas a mente consciente, podendo ser oriundas de algum trauma ou até mesmo apenas memórias, simples pensamentos, desejos e impressões que temos mas que estão abaixo da memória realmente acessível. Para Freud, este tipo de pensamento pode desencadear doenças, problemas mentais, neuroses e uma série de questões.

A memória subconsciente
Embora muitas vezes até psicólogos e psiquiatras não saibam que exista diferenças, há muita diferença entre o inconsciente e subconsciente. Diferentemente do inconsciente, o subconsciente está logo abaixo da consciência e é facilmente acessível se você se esforçar para isso. Um exemplo disso, é a memorização de um número telefônico. Esta informação não está na sua memória consciente, mas no seu subconsciente. Se você pensar muito e se esforçar, você consegue lembrar-se do número que você busca, mas você não tem um acesso direto a ela, como no caso da memória consciente. Para descobrir o número de telefone você precisa voltar toda sua atenção para a sua memória, até se lembrar. Todas lembranças que você consegue lembrar-se diretamente e não requerem foco ou atenção, estão na sua memória consciente. Já quando alguém lhe pergunta o que você deseja para o futuro, precisará acessar o seu subconsciente para responder.

As diferenças entre o inconsciente e o subconsciente
Agora imagina que alguém lhe peça para descrever qual foi o pior dia da sua vida. Você certamente não irá descrever o pior, mas irá buscar no seu subconsciente um dia que de fato tenha sido muito ruim. Isso porque você conseguirá encontrar na sua memória fatos de muito ruim que aconteceram, mas certamente o pior dia da sua vida está no seu inconsciente, o dia realmente traumático e que sua mente bloqueou ou reprimiu. De acordo com Freud, uma das diferenças entre inconsciente e o subconsciente é que o inconsciente trabalha como um mecanismo de proteção sobre a nossa mente. Você pode até encontrar o pior dia da sua vida, mas precisará de terapia para acessar camadas de sua mente tão profundas e escondidas em um lugar bem longe de seus consciente e subconsciente.

Outras definições
A definição de Freud não foi única. Outros psiquiatras e psicólogos tiveram diferentes definições sobre o assunto. Para Carl Jung, o inconsciente era o repositório de todos os aspectos que não estavam integrados a personalidade das pessoas. Jung ainda definiu como “inconsciente coletivo” todo grupo de imagem, informações e ideias que estavam presentes em todas pessoas, independente de sua formação cultural.

Como acessar o inconsciente
O inconsciente é a única memória que não pode ser acessada diretamente e para isso ocorrer deve haver algum evento que acesse a nossa mente, mas não de forma direta. A hipnose é um desses métodos, pois o inconsciente é acessado durante o sono e com esta técnica, o terapeuta consegue manipular o paciente de forma que ele lhe diga o que ocorre durante o sono.

Outra forma de acesso ao inconsciente são os atos falhos, também conhecidos como lapsos freudianos. Segundo Freud, este é um erro na fala e memória que é causada pelo inconsciente. Para ele, é através de um ato falho que um desejo reprimido vem a tona. Um exemplo disso é quando o marido, ao chamar sua esposa, fala o nome da amante.